Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada nesta quinta-feira, 12, o Sinasefe-SP definiu como prioridade a mobilização das bases do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) para discutir o indicativo de greve para 2026. A categoria tem até o dia 25 de fevereiro para realizar assembleias locais em todos os campi. Após a rodada de assembleias, o Sindicato realizará uma nova AGE, marcada para o dia 26 de fevereiro.
As assembleias têm como objetivo colher as discussões locais e ajudar a definir se a seção São Paulo concorda com a deflagração do movimento grevista, que será debatido na 207ª Plenária Nacional do Sinasefe, marcada para ocorrer entre 27 de fevereiro e 1º de março, em Brasília.
Entre as pautas elencadas para a possibilidade de greve estão o não cumprimento dos Termos de Acordo nº 10/2024 e nº 11/2024. Além disso, a categoria permanece em vigilância contra a Reforma Administrativa (PEC 38/2025), que, apesar de ter perdido força devido à pressão popular e sindical, ainda representa uma ameaça às condições de trabalho e à estabilidade no serviço público.
O Sindicato reforça que o novo prazo até o dia 25 é uma oportunidade para que todos os servidores, TAEs e Docentes, expressem sua disposição e disponibilidade para essa mobilização.
Outras deliberações
Além da pauta de greve, a AGE elegeu Grazielle Felício, TAE no IFSP de Capivari, como delegada da Seção São Paulo para a Plenária Nacional, que será acompanhada por Maíra Martins, coordenadora estadual do Sinasefe-SP, indicada pela Coordenação Funcional.
Também foi aprovada a criação e a composição de um Grupo de Trabalho (GT) para estudar os processos de remoção no IFSP.
Por fim, o Sindicato ampliou seu Grupo de Trabalho (GT) de solidariedade internacional, agora denominado Comitê de Solidariedade Internacional contra o Imperialismo, reafirmando o compromisso com causas como a da Palestina, Venezuela e Cuba.
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